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domingo, 4 de novembro de 2007

Banners d'O Inconfidente para os 25 anos de Jornalismo na Unit





Seqüência de banners realizada para ilustrar a história do Jornal Laboratório ‘O Inconfidente”, do Curso de Jornalismo da Universidade Tiradentes de Aracaju, no ano de 2006.

Atuei na elaboração do projeto gráfico, exceto o rodapé fornecido pelo Departamento de Criação da UNIT, assim como no tratamento das imagens dos jornais do arquivo do Jornal, nessa etapa, tive a colaboração de Bruno Valadão.

Catalogação das imagens assim como a produção do texto e pesquisa foram dos colegas de curso: Bruno Valadão, Aline Santos, Morgana Barbosa, Luana Cardoso e Carla Coralina.
Os softwares utilizados foram o Corel Draw, Photoshop e Photo-paint.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Folder Relação de Cursos Gabarito




Folder em policromia para ilustrar a relação de cursos do Curso e Colégio Gabarito para o ano de 2008.

Com tamanho aberto de 40x20 cm e fechado, com 6 dobras, de 10x20cm.

Os softwares utilizados foram o Corel Draw, Photoshop e Photo-paint.

domingo, 30 de setembro de 2007

sábado, 25 de agosto de 2007

Inclusão digital

Tome cuidado, você pode estar sendo enganado por algum programa fajuto ou por algum sitio na rede mundial de computadores que lhe convenceram que es um “expert” em informática!

Mais cuidado ainda com estes cursos baratinhos de informática onde o professor vai paquerar a secretária enquanto você roda um CD-ROM auto executável com uma vídeo-aula de um programa qualquer, você está sendo roubado!

É muito importante, hoje, o profissional, seja a área que for, estar preparado para lidar com a tecnologia digital, saber digitar um texto, ler e enviar e-mails ou acessar uma página na rede, mas há de se precaver quando você vai trabalhar em um cargo que exija informática em seus conhecimentos.

Eu ouço gente falando em acessar Messenger e Orkut em curso de informática e chega me dar um arrepio, é só isso? E a formatação do ofício digitado no Word? A planilha no Excel que precisa ser apresentada a diretoria? A apresentação em Power Point para a reunião? Nem sempre vai ter alguém, que se aplicou mais que você, para lhe prestar um ajuda e fazer por você, não se engane, o próprio amigo do peito quebrador de galho, pode ser o mesmo que vai no ouvido do chefe e lhe dedura por não sacar nada de informática, e com toda razão!

Escolha bem o lugar para fazer um curso, procure alguém que já tenha feito lá, saiba o que estas pessoas sabem e se conseguiram melhorar alguma coisa profissionalmente com o aprendizado, pois profissional que tenha no seu currículo noção de informática, tem que, ao menos, saber instalar uma impressora, senão, vá procurar ninho de avião!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Q.I. é pré-requisito em Aracaju

Não, não se trata do quociente intelectual, teste realizado por psicólogos que, por falta do que fazer, inventaram de distinguir as pessoas uma das outras pelo nível de inteligência. Até porque, trata-se de uma avaliação bastante defasada, que caiu em desuso, já que continuam sem o que ter o que fazer e criaram agora outros “Qs”, como o quociente emocional.

Mas voltando, a vaca fria, o Q.I. que eu estou me referindo, ser algo de importância fundamental em Aracaju, no quesito emprego, assunto que trato nesta editoria, se refere ao “Quem Indica”.

É muito bom contar com amigos que dão aquele toque quando surge alguma oportunidade de emprego e lembram de nós, ou quando um lugar onde a gente fez algum curso, ou teve algum vínculo de trabalho, lembra da gente e nos indica para uma vaga de emprego que lhes foi ofertada. É ótimo ter uma carta como esta na manga, em minha opinião, isso não tira o mérito da competência de ninguém, só ajuda, não é bem disso que estou querendo tratar.

A questão toda está no fato das instituições que empregam em Aracaju atuarem de uma forma retrógrada como esta, coisa de Século XIX, onde parece só valer o que lhes é dado como referência por terceiros. Como no mercado imobiliário, ou ao fazer um empréstimo no banco, você precise de um fiador, um avalista, alguém que testemunhe em seu favor para merecer uma oportunidade, de forma que é forçado a quem indica, criar um vínculo de responsabilidade para com o(s) nome(s) que for sugerir.

Em rápida enquete realizada no Orkut, em algumas comunidades, pude constatar que a maioria dos que opinaram, receberam indicação para atuarem em seus últimos empregos (veja resultado das enquetes: um e dois ). O fato constata, assusta e põe em discussão o quesitos e o quanto a atividade administrativa em Aracaju está situada no espaço tempo, contribuindo até para a ruína da própria empresa ou instituição, pois acaba impedindo que a seleção profissional seja eficiente, pois não dá chances de que bons currículos cheguem até suas mesas, como poderia ocorrer se seguissem outros métodos de recrutamento de pessoal.

É um tanto quanto injusta esta atitude quase que generalizada dos empregadores aracajuanos, pois acaba que de nada vale o currículo, o portfolio, a competência do profissional que fica a mercê de ter bons contatos, amigos e/ou parentes para que este possa se encaixar no mercado de trabalho, principalmente nas melhores oportunidades que surgirem em sua área.

É esperar para ver se surge um amadurecimento da postura empresarial por aqui, ainda mais agora que cada vez mais os ramos estão encontrando concorrência forasteira, introduzindo novas metodologias que visam muito mais a produtividade e competência dos seus colaboradores do que simplesmente garantias de retorno certo, oriundas de terceiros. Vamos contar que chegue o dia em que seja válido todo esforço de se aprimorar e progredir profissionalmente, impedindo que injustiças sejam cometidas para com quem investe em seu potencial.

sábado, 11 de agosto de 2007

Não foi o maior


Este bannerzão, fiz para o Gabarito para parabeniza os estudantes pelo seu dia.
Não foi o maior, já fiz out-door, mas pela preocupação com resolução de foto, cores e aplicabilidade do material, ele se torna único, sem falar da pressa que foi exaustiva.


Dimensões: 5 x 3 metros.

Impressão: ploter em policromia com pigmento a base de solvente.

Mídia: Lona NigthDay.

Há vagas?

Tem sim, vendedor externo, quer? Ajuda de custo ou vale transporte mais comissão, está afim? Ah tem que ter veículo próprio! Tem gente que acha que só por alguém estar desempregado, vira burro automaticamente. Impressionante, ver vários anúncios de classificados repetindo a mesma obscena oferta, como se fosse algo vantajoso humilhar-se de porta em porta, vendendo, quase sempre, produtos de péssima qualidade, levando porta na cara e gastando sola de sapato. Parece até que se trata de bucha para dar volume as páginas de classificados e vender jornal.

Não é só este tipo de vaga que trás indignação, o “auxiliar de serviços gerais”, nome bonito que deram para o faxineiro, também tem vaga! Chegar antes de todo mundo, deixar tudo limpo, manter limpo durante o dia, mal ter horário de almoço e sair depois que o último cliente for embora e ganhar, na melhor das ocasiões, um salário mínimo cheio de descontos. Ô vida.

Tem também emprego para gente especializada, como telemarketing, mas já vou avisando! Mais que salário mínimo é difícil encontrar. Tem muita gente por ai apta a atender telefone, tratar os clientes como idiotas (só dizendo que não dá). É só fazer aquele curso de uma semana para operar o equipamento. Afinal, SAC é uma exigência do mercado, que ele funcione bem, já são outros 500.

No ramo da informática, não adianta mais o curso básico, hoje exigem habilidades em uma infinidade de programas, linguagens e ainda ter experiência. Querem um profissional que saiba exercer a função de três ou quatro, pagando um salário três vezes menor de que um especialista formado e assinando carteira como auxiliar administrativo.

A melhor saída, para quem trabalha com a informática, está sendo transformar-se em autônomo, prestando serviço, já que a febre dos computadores está no auge, todos querem ter um micro. Porem, quem presta serviços de digitação, artes gráficas, sofre, porque seus trabalhos são muito desvalorizados, tendo um computador por perto, todos se acham capazes de fazer o que um profissional faz, não importando a porcaria que saia e nem a dor de cabeça que causarem em uma gráfica, ao enviar seus serviços nada técnicos.

Notei, em muitos anúncios, a presença de do cargo “Auxiliar contábil”, pelo fato de não anunciarem salários, dá para se ter noção de que o empregado vai fazer todo trabalho do contador e receber três vezes menos. Às vezes, a gente pára e pensa se realmente a qualificação profissional de nível médio compensa, pois sem um diploma universitário, o gari, o técnico, o vendedor e a secretária do lar, ganham tudo igual, o que muda é o status e só.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Mestres no saber enrolar

Trabalhando no setor de edição de provas de um colégio é que você vê o quanto professor é bicho matreiro. Mesmo eu sendo casado com uma, tenho q tirar o chapéu para alguns espécimes raros desta fauna docente.

Dá até para entender que ganham mal, que se esforçam dando aula numa porrada de colégios para complementar a renda, mas na hora de aplicar com a esperteza, sem sombra de dúvida, professor usa a esperteza que não teve ao escolher sua profissão.

São provedores de alguns golpes, macetes, artimanhas boladas, às vezes de última hora, para satisfazer as cobranças dos coordenadores mais enraivados, vejamos alguns dos golpes aplicados por eles na hora de entregar o seu material, aquele que nem está pronto:

Golpe do disquete virgem
Após ter sido cobrado pela décima vez, na véspera da prova, o professor desesperado, fala ao coordenador que está com o material pronto, em um disquete e que irá entregá-lo aos “caras do CPD”. Porem, ardilosamente, se dirige à loja de informática mais próxima (tem mais que boteco hoje) e adquire um disquete novo (os mais moderninhos compram logo um CD). Nisso, entregam no setor de edição o dito cujo, rabiscado com a inscrição ao que se refere o conteúdo do disco, ou seja, a dita cuja da prova, que deveria estar lá, ele jura que sim, o técnico diz que o disco está vazio.

Após xingar Bill Gates, usa como desculpa a possível falha do programa para ganhar mais um tempo, a última chance ou suspiro para digitar sua prova. Por se sentir injustiçado, ao praguejar que é perseguido pelas famigeradas máquinas, ainda pede a coordenação de seu curso para que lhe cedam um destes malditos microcomputadores para que possa fazer seu trabalho atrasado. Nisso, é capaz de usar o equipamento também para acessar seu Orkut e teclar com a gatinha que conheceu na madrugada anterior pelo MSN.

Golpe do arquivo em branco
este é dos que tem preguiça de ajeitar os arquivos e compor uma prova, salva arquivos de provas disponibilizados na Internet, de algum site que promete te passar no vestibular com suas dicas. Ele chega com um CD gravado, onde tem vários arquivos de Internet, ou pastas contendo o mesmo, e arquivos de Word onde deveriam estar suas provas prontas.

Para desespero do técnico, ao abrir as tais provas, encontra arquivos em branco. Automaticamente, na ponta da língua, está a explicação da falha nos arquivos: “o arquivo não gravou no CD”, acusando o coitado do equipamento mais uma vez de falha.

Ah, a solução para o problema também está na ponta da língua! Ele lembra que as questões que ele usou para compor sua prova foram retiradas das 245 provas que estão gravadas no CD, curiosamente, de forma inexplicável, estes arquivos foram gravados no mesmo CD perfeitamente.

Daí, o burro de carga, terá que abrir arquivo por arquivo, passar questão por questão, para que o inocente professor possa “relembrar” e selecionar as questões que ele usou para compor a suposta prova.

Golpe do sobrinho
Lá vem ele de novo, com um disquete ou CD, vazio ou cheio de porcarias, mas nada do que ele promete para sua coordenadora há duas semanas. Leva o inexistente material para que seja copiado o arquivo, ao abrir, o técnico não acha o que está procurando, a desculpa? “Eu não sei mexer em computador, é meu sobrinho que digita para mim e grava, ele deve ter feito algo errado!”. Na maior cara-de-pau, empurra com a barriga, dá um chapéu no colégio e ainda sugere que use a prova dada pelo seu colega de disciplina, aplicada no turno oposto, para suprir a carência dos alunos pelo exame.

Depois não querem que o povo seja malandro, tentando levar vantagem em tudo, corrompendo-se ao fácil e vantajoso. Claro! Com mestres como estes, a lição é passada direitinho. Formandos, os aprendizes de “malaquias”, aplicam sua esperteza pelos tribunais, hospitais e, porque não, colégio por ai a fora.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Medalha de Acrílico


Medalhas aos alunos do Gabarito para os 3ºs Jogos Internos do Colégio, era para ser impressa por silk-screen em acrílico transparente, infelizmente, não foi bem assim.

segunda-feira, 5 de março de 2007

CVBV

Sei que é um trabalho nobre o prestado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), que atenda pessoas vítimas da depressão e de traumas psicológicos, causados por perdas e dramas causados por inúmeros problemas que uma pessoa possa passar na vida, que o trabalho dos voluntários é muito importante e que são pessoas merecedoras dos aplausos da sociedade tão adoecida pelos problemas contemporâneos.

Mas isso não justifica que este trabalho seja elitizado, oferecido e só divulgado para pessoas da alta, como está acontecendo em Aracaju, pois só fui saber que o serviço existe na Capital Sergipana, após trafegar (de ônibus, é claro) pela 13 de julho, pela instalação de cerca de 5 faixas.

Porque nos lugares onde a maioria das pessoas trafegam, como o centro, indiferente de sua classe social, não se foi instalado faixas? Porque se restringem em expor o serviço e o número de atendimento ao publico no m² mais caro de Aracaju?

Acabo achando que a sigla do serviço está errada, deveria se chamar CVBV, "Centro de Valorização da Boa Vida", pois parece que só serve para ajudar aqueles que estão entediados de tanto dinheiro para gastar ou estão com peso na consciência por tanto lucro, já que "todo lucro só é possível através da exploração da força de trabalho de alguém", acho que foi Marx que disse algo assim.

Bom, procurei bastante, mas achei, então, quem tiver problemas da ordem emocional, está na beira do abismo ou no fundo do poço e queira ter alguém desconhecido para desabafar e queira tem sua identidade em sigilo, ligue para o serviço, que eu coloco à disposição aqui. caso você não freqüente a 13 de Julho: 3213-7601, o horário de atendimento vai das 14 as 22 h.

domingo, 4 de março de 2007

R$200?!?!?!?!

Sei que este assunto já esfriou, que foi coisa da 2º quinzena de janeiro, já estamos em fevereiro e tra-lá-lá, mas foi um fato que ocorreu esta semana passada que me fez reabrir a questão do absurdo que foram os preços anunciados para o show da Marisa Monte em Aracaju.

Sim, absurdo! Sei que depois baixaram, de R$ 200(1/2 quanto inteira, já que aqui legislação de 1/2 não existe) para R$ 50, só que quem ficou sabendo faltando menos de 5 dias p/ show? Eu só fiquei sabendo 1 semana depois, os meios de comunicação de Aracaju ainda padecem de "ler", lerdeza, se gabam por terem sites de Internet mas não são capazes de manter uma agenda cultural atualizada.

Mas o que me fez retomar este assunto, foi o bafafá gerado pelo preço dos ingressos da turnê pela América do Sul da banda americana Cold Play (veja notícia). Super badalados, em todo mundo, top-top dos mais ouvidos e tocados, pediram desculpas aos seus fãs pelos ingressos quem forma em média de U$ 160, trocando em miúdos, uns R$ 320, mas teve ingresso vendido à R$ 150 em SP.

Como admitir que Marisa Monte, que se diz artista da "Música Popular Brasileira" tocar por 200 paus? Se eles pediram desculpas, a organização do show deveria promover outro por entrada franca com Marisa, pior, e quem pagou R$ 200? como ficou? eu me senti indignado, desrespeitado, o trade cultura de Aracaju é vergonhosa fazendo este tipo de palhaçada, preços absurdos para depois baixar faltando 5 dias.

Em João Pessoa, a mesma turnê soltou ingressos de R$ 20 a R$ 40, e como uma colunista de Aracaju (veja endereço) pode achar isso maravilhoso? Dá para ver que o problema está aqui, na galera de olho grande que acha que tem que abraçar o mundo com as penas antes que ele corra, seja elite ou seja nada pra aguentar tanta usura!

Espero que isso sirva de lição e também espero que o prejuízo da Natura tenha sido alto e a Petobras? Que papelão!