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segunda-feira, 5 de março de 2007

CVBV

Sei que é um trabalho nobre o prestado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), que atenda pessoas vítimas da depressão e de traumas psicológicos, causados por perdas e dramas causados por inúmeros problemas que uma pessoa possa passar na vida, que o trabalho dos voluntários é muito importante e que são pessoas merecedoras dos aplausos da sociedade tão adoecida pelos problemas contemporâneos.

Mas isso não justifica que este trabalho seja elitizado, oferecido e só divulgado para pessoas da alta, como está acontecendo em Aracaju, pois só fui saber que o serviço existe na Capital Sergipana, após trafegar (de ônibus, é claro) pela 13 de julho, pela instalação de cerca de 5 faixas.

Porque nos lugares onde a maioria das pessoas trafegam, como o centro, indiferente de sua classe social, não se foi instalado faixas? Porque se restringem em expor o serviço e o número de atendimento ao publico no m² mais caro de Aracaju?

Acabo achando que a sigla do serviço está errada, deveria se chamar CVBV, "Centro de Valorização da Boa Vida", pois parece que só serve para ajudar aqueles que estão entediados de tanto dinheiro para gastar ou estão com peso na consciência por tanto lucro, já que "todo lucro só é possível através da exploração da força de trabalho de alguém", acho que foi Marx que disse algo assim.

Bom, procurei bastante, mas achei, então, quem tiver problemas da ordem emocional, está na beira do abismo ou no fundo do poço e queira ter alguém desconhecido para desabafar e queira tem sua identidade em sigilo, ligue para o serviço, que eu coloco à disposição aqui. caso você não freqüente a 13 de Julho: 3213-7601, o horário de atendimento vai das 14 as 22 h.

domingo, 4 de março de 2007

R$200?!?!?!?!

Sei que este assunto já esfriou, que foi coisa da 2º quinzena de janeiro, já estamos em fevereiro e tra-lá-lá, mas foi um fato que ocorreu esta semana passada que me fez reabrir a questão do absurdo que foram os preços anunciados para o show da Marisa Monte em Aracaju.

Sim, absurdo! Sei que depois baixaram, de R$ 200(1/2 quanto inteira, já que aqui legislação de 1/2 não existe) para R$ 50, só que quem ficou sabendo faltando menos de 5 dias p/ show? Eu só fiquei sabendo 1 semana depois, os meios de comunicação de Aracaju ainda padecem de "ler", lerdeza, se gabam por terem sites de Internet mas não são capazes de manter uma agenda cultural atualizada.

Mas o que me fez retomar este assunto, foi o bafafá gerado pelo preço dos ingressos da turnê pela América do Sul da banda americana Cold Play (veja notícia). Super badalados, em todo mundo, top-top dos mais ouvidos e tocados, pediram desculpas aos seus fãs pelos ingressos quem forma em média de U$ 160, trocando em miúdos, uns R$ 320, mas teve ingresso vendido à R$ 150 em SP.

Como admitir que Marisa Monte, que se diz artista da "Música Popular Brasileira" tocar por 200 paus? Se eles pediram desculpas, a organização do show deveria promover outro por entrada franca com Marisa, pior, e quem pagou R$ 200? como ficou? eu me senti indignado, desrespeitado, o trade cultura de Aracaju é vergonhosa fazendo este tipo de palhaçada, preços absurdos para depois baixar faltando 5 dias.

Em João Pessoa, a mesma turnê soltou ingressos de R$ 20 a R$ 40, e como uma colunista de Aracaju (veja endereço) pode achar isso maravilhoso? Dá para ver que o problema está aqui, na galera de olho grande que acha que tem que abraçar o mundo com as penas antes que ele corra, seja elite ou seja nada pra aguentar tanta usura!

Espero que isso sirva de lição e também espero que o prejuízo da Natura tenha sido alto e a Petobras? Que papelão!