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sábado, 25 de agosto de 2007

Inclusão digital

Tome cuidado, você pode estar sendo enganado por algum programa fajuto ou por algum sitio na rede mundial de computadores que lhe convenceram que es um “expert” em informática!

Mais cuidado ainda com estes cursos baratinhos de informática onde o professor vai paquerar a secretária enquanto você roda um CD-ROM auto executável com uma vídeo-aula de um programa qualquer, você está sendo roubado!

É muito importante, hoje, o profissional, seja a área que for, estar preparado para lidar com a tecnologia digital, saber digitar um texto, ler e enviar e-mails ou acessar uma página na rede, mas há de se precaver quando você vai trabalhar em um cargo que exija informática em seus conhecimentos.

Eu ouço gente falando em acessar Messenger e Orkut em curso de informática e chega me dar um arrepio, é só isso? E a formatação do ofício digitado no Word? A planilha no Excel que precisa ser apresentada a diretoria? A apresentação em Power Point para a reunião? Nem sempre vai ter alguém, que se aplicou mais que você, para lhe prestar um ajuda e fazer por você, não se engane, o próprio amigo do peito quebrador de galho, pode ser o mesmo que vai no ouvido do chefe e lhe dedura por não sacar nada de informática, e com toda razão!

Escolha bem o lugar para fazer um curso, procure alguém que já tenha feito lá, saiba o que estas pessoas sabem e se conseguiram melhorar alguma coisa profissionalmente com o aprendizado, pois profissional que tenha no seu currículo noção de informática, tem que, ao menos, saber instalar uma impressora, senão, vá procurar ninho de avião!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Tem como negar?

*lembrando que tratasse de uma montagem.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Q.I. é pré-requisito em Aracaju

Não, não se trata do quociente intelectual, teste realizado por psicólogos que, por falta do que fazer, inventaram de distinguir as pessoas uma das outras pelo nível de inteligência. Até porque, trata-se de uma avaliação bastante defasada, que caiu em desuso, já que continuam sem o que ter o que fazer e criaram agora outros “Qs”, como o quociente emocional.

Mas voltando, a vaca fria, o Q.I. que eu estou me referindo, ser algo de importância fundamental em Aracaju, no quesito emprego, assunto que trato nesta editoria, se refere ao “Quem Indica”.

É muito bom contar com amigos que dão aquele toque quando surge alguma oportunidade de emprego e lembram de nós, ou quando um lugar onde a gente fez algum curso, ou teve algum vínculo de trabalho, lembra da gente e nos indica para uma vaga de emprego que lhes foi ofertada. É ótimo ter uma carta como esta na manga, em minha opinião, isso não tira o mérito da competência de ninguém, só ajuda, não é bem disso que estou querendo tratar.

A questão toda está no fato das instituições que empregam em Aracaju atuarem de uma forma retrógrada como esta, coisa de Século XIX, onde parece só valer o que lhes é dado como referência por terceiros. Como no mercado imobiliário, ou ao fazer um empréstimo no banco, você precise de um fiador, um avalista, alguém que testemunhe em seu favor para merecer uma oportunidade, de forma que é forçado a quem indica, criar um vínculo de responsabilidade para com o(s) nome(s) que for sugerir.

Em rápida enquete realizada no Orkut, em algumas comunidades, pude constatar que a maioria dos que opinaram, receberam indicação para atuarem em seus últimos empregos (veja resultado das enquetes: um e dois ). O fato constata, assusta e põe em discussão o quesitos e o quanto a atividade administrativa em Aracaju está situada no espaço tempo, contribuindo até para a ruína da própria empresa ou instituição, pois acaba impedindo que a seleção profissional seja eficiente, pois não dá chances de que bons currículos cheguem até suas mesas, como poderia ocorrer se seguissem outros métodos de recrutamento de pessoal.

É um tanto quanto injusta esta atitude quase que generalizada dos empregadores aracajuanos, pois acaba que de nada vale o currículo, o portfolio, a competência do profissional que fica a mercê de ter bons contatos, amigos e/ou parentes para que este possa se encaixar no mercado de trabalho, principalmente nas melhores oportunidades que surgirem em sua área.

É esperar para ver se surge um amadurecimento da postura empresarial por aqui, ainda mais agora que cada vez mais os ramos estão encontrando concorrência forasteira, introduzindo novas metodologias que visam muito mais a produtividade e competência dos seus colaboradores do que simplesmente garantias de retorno certo, oriundas de terceiros. Vamos contar que chegue o dia em que seja válido todo esforço de se aprimorar e progredir profissionalmente, impedindo que injustiças sejam cometidas para com quem investe em seu potencial.

sábado, 11 de agosto de 2007

Não foi o maior


Este bannerzão, fiz para o Gabarito para parabeniza os estudantes pelo seu dia.
Não foi o maior, já fiz out-door, mas pela preocupação com resolução de foto, cores e aplicabilidade do material, ele se torna único, sem falar da pressa que foi exaustiva.


Dimensões: 5 x 3 metros.

Impressão: ploter em policromia com pigmento a base de solvente.

Mídia: Lona NigthDay.

Há vagas?

Tem sim, vendedor externo, quer? Ajuda de custo ou vale transporte mais comissão, está afim? Ah tem que ter veículo próprio! Tem gente que acha que só por alguém estar desempregado, vira burro automaticamente. Impressionante, ver vários anúncios de classificados repetindo a mesma obscena oferta, como se fosse algo vantajoso humilhar-se de porta em porta, vendendo, quase sempre, produtos de péssima qualidade, levando porta na cara e gastando sola de sapato. Parece até que se trata de bucha para dar volume as páginas de classificados e vender jornal.

Não é só este tipo de vaga que trás indignação, o “auxiliar de serviços gerais”, nome bonito que deram para o faxineiro, também tem vaga! Chegar antes de todo mundo, deixar tudo limpo, manter limpo durante o dia, mal ter horário de almoço e sair depois que o último cliente for embora e ganhar, na melhor das ocasiões, um salário mínimo cheio de descontos. Ô vida.

Tem também emprego para gente especializada, como telemarketing, mas já vou avisando! Mais que salário mínimo é difícil encontrar. Tem muita gente por ai apta a atender telefone, tratar os clientes como idiotas (só dizendo que não dá). É só fazer aquele curso de uma semana para operar o equipamento. Afinal, SAC é uma exigência do mercado, que ele funcione bem, já são outros 500.

No ramo da informática, não adianta mais o curso básico, hoje exigem habilidades em uma infinidade de programas, linguagens e ainda ter experiência. Querem um profissional que saiba exercer a função de três ou quatro, pagando um salário três vezes menor de que um especialista formado e assinando carteira como auxiliar administrativo.

A melhor saída, para quem trabalha com a informática, está sendo transformar-se em autônomo, prestando serviço, já que a febre dos computadores está no auge, todos querem ter um micro. Porem, quem presta serviços de digitação, artes gráficas, sofre, porque seus trabalhos são muito desvalorizados, tendo um computador por perto, todos se acham capazes de fazer o que um profissional faz, não importando a porcaria que saia e nem a dor de cabeça que causarem em uma gráfica, ao enviar seus serviços nada técnicos.

Notei, em muitos anúncios, a presença de do cargo “Auxiliar contábil”, pelo fato de não anunciarem salários, dá para se ter noção de que o empregado vai fazer todo trabalho do contador e receber três vezes menos. Às vezes, a gente pára e pensa se realmente a qualificação profissional de nível médio compensa, pois sem um diploma universitário, o gari, o técnico, o vendedor e a secretária do lar, ganham tudo igual, o que muda é o status e só.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007